Briga política vira Catolé do Rocha de ‘cabeça para baixo’

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O caos político e administrativo tomou conta do município de Catolé do Rocha, neste final de ano, por conta de uma queda de braço entre a Câmara Municipal, que tem oito vereadores de oposição, e o prefeito Leomar Maia, que tem o apoio de apenas três parlamentares. A picuinha dos vereadores prejudica a população, que está sem médicos, sem medicamentos e sem merenda nas escolas. Além do mais, os servidores estão com os salários atrasados e sem perspectiva de receber o 13º salário.

Tudo porque a Câmara resolveu boicotar os atos do prefeito e não aprovou um pedido de suplementação orçamentária no valor de R$ 15 milhões para saldar os compromissos com os servidores e com os fornecedores. O caos foi confirmado, ontem, pelo próprio prefeito Leomar Maia. Segundo o gestor, a Prefeitura tem dinheiro, mas não tem dotação orçamentária porque os vereadores de oposição estão se negando a aprovar o pedido encaminhado, que é essencial para que a situação volte à normalidade e a Prefeitura ponha suas contas em dia.

Leomar Maia ainda denunciou que a Câmara de Catolé do Rocha reduziu em R$ 3 milhões o orçamento deste ano “sem motivo algum”.  O orçamento inicial era de R$ 60 milhões e foi reduzido para R$ 57 milhões, uma tentativa de inviabilizar a gestão municipal, na visão do prefeito Leomar Maia.

Segundo ele, os vereadores tentam inviabilizar a administração “por pura picuinha política”. Disse que sem a aprovação do pedido de dotação orçamentária, ele não tem como pagar os salários dos servidores, nem o 13º, e os fornecedores de alimentos, medicamentos, material de expediente etc também continuarão sem receber. Na cidade, o clima é de revolta contra os vereadores que boicotam o prefeito.

Paraíba Informa
Com Adelson Barbosa dos Santos

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