Eu sou o samba! Gênero musical brasileiro por excelência completa 100 anos

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Há controvérsias sobre a origem do samba e certamente ele já existia antes que Donga e Mauro de Almeida registrassem na Biblioteca Nacional, no Rio, a letra de “Pelo telefone” como “samba carnavalesco”, em 27 de novembro de 1916. Esta acabou sendo o “registro de nascimento” do samba, há exatos 100 anos.

Muita água rolou a partir daí. O samba derivou-se em samba-exaltação, samba-enredo, samba-canção, partido-alto, bossa nova e até pagode românticos. Mas nunca foi deixado para morrer (como alertaram Edson Conceição e Aloísio Silva na voz de Alcione) e sempre voltou ao cavaco, pandeiro e tamborim quando a rapaziada sentiu falta (como avisou Paulinho da Viola).

Mais do que “a voz do morro” (como definiu Zé Kéti), o samba é a voz do Brasil. Ao lado, elencamos 15 personalidades fundamentais. Claro, muitos ficaram de fora (Sinhô, Ismael Silva, Ataulfo Alves…), mas é um primeiro batuque – sem atravessar o samba.

Conheça 15 personalidades que deixaram sua marca no samba na edição deste domingo do jornal Correio em sua versão impressa.

Renato Félix / Foto: Ilustração Lanfranco Vaselli

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