Prefeito de Parari convoca criadores para a campanha de vacinação contra a Febre Aftosa e garante vacinas grátis

Teve início no dia 1º de novembro a 2ª etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa em todas as regiões do Estado da Paraíba.

Na cidade de Parari a Secretaria Municipal de Agricultura já se mobiliza na campanha em busca de orientar os agricultores sobre a importância de continuar vacinando o rebanho. A Prefeitura Municipal mais uma vez garantiu o apoio ao criador nesse momento de estiagem e adquiriu com recursos próprios 1.600 doses de vacinas para distribuir gratuitamente.

O Secretário de Agricultura de Parari, Josias Moura disse que é importante que os criadores procurem a sede da secretaria para receber orientações e também as vacinas.

“Temos uma zona rural bastante grande na nossa cidade e por isso pedimos aos criadores que procurem a Secretaria de Agricultura o quanto antes para pegar suas vacinas. É muito importante vacinarmos todo o nosso rebanho e assim manter a cidade de Parari como zona livre da aftosa”, disse o secretário.

O Prefeito de Parari, José Josemar (Josa) reforçou o pedido para que os criadores procurem a Secretaria de Agricultura do município e disse que o apoio aos agricultores e criadores sempre será uma prioridade em seu governo.

“Apoiar o homem do campo sempre será prioridade pra mim, principalmente porque sei das dificuldades que o agricultor passa com a seca, por isso sempre terei uma dedicação especial com eles”, disse o prefeito.

Os criadores terão até o próximo dia 30 para vacinar seus rebanhos contra a doença. Segundo o Ministério da Agricultura, mesmo quem tem apenas uma cabeça de gado é obrigado a cumprir a determinação e vacinar. Quem não vacinar seu rebanho pode ficar prejudicado, perdendo o acesso aos programas de políticas públicas, empréstimos e poderá até pagar multa se for reincidente.

Febre aftosa

Provocada por um vírus, a febre aftosa acomete bovinos e bubalinos. Os animais infectados apresentam sintomas como feridas na boca, nos lábios, nas tetas e nos cascos, além de se afastarem do convívio com os outros animais e terem dificuldades de locomoção e alimentação. Na Paraíba, não é registrado nenhuma caso da doença desde o ano 2000.

Paraíba Mix

 

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